Grupos de Pesquisa

Grupo de Eletroquímica Interfacial


Histórico

O Grupo de Eletroquímica Interfacial (GEqI) tem como docente responsável o Professor Artur de Jesus Motheo, e foi criado no início de 1995. Como todos os processos pesquisados pelos pesquisadores do grupo ocorrem em interfaces eletrodo / solução, escolhemos a denominação de Grupo de Eletroquímica Interfacial – GeqI. Este nome também se constitui uma homenagem ao Laboratoire d'Electrochimie Interfaciale du CNRS, Meudon, França, atualmente extinto, e no qual trabalharam pesquisadores de renome, tais como, Antoinette Hamelin e Jean Clavilier.

Infraestrutura

O Grupo de Eletroquímica Interfacial dispõe de laboratórios com um total de 155 m2, adequados com projetos dos diversos órgãos de fomento nacionais e a Pró-Reitoria de Pesquisa da USP. A infra-estrutura disponível conta, dentre outros, com os seguintes equipamentos:
Potenciostatos (EG&G/PARC e Ecochimie);
Frequency Response Analyzer modelo 1255 (SOLARTRON);
Cromatógrafo - HPLC (Shimatzu);
Espectrômetro UV-vis Multispec modelo 1501 (Shimatzu);
TOC VCPH – Analisador de Carbono Orgânico total (Shimatzu):
Microscópio Invertido para Inspeção de Materiais (LEICA);
Ressonância de Plasma de Superfície ( SPR) - Autolab Springle (Eco Chemie);
Centrifuga Excelsa II Modelo 206 BL (FANEM).

Linhas de Pesquisa

1. Caracterização da adsorção de ânions e moléculas orgânicas sobre eletrodos monocristalinos utilizando a técnica de impedância a.c.
O objetivo é estudar processos de adsorção de íons e moléculas orgânicas neutras sobre eletrodos de ouro (mono e policristalinos) com o uso de espectroscopia de impedância ac e, com o uso de modelamento, desenvolver formas de análise termodinâmica dos resultados de impedância ac, de forma similar a usualmente aplicada para eletrodos líquidos.

2. Eletroquímica ambiental
O objetivo desses estudos é a aplicação de processos tais como, eletroquímico, eletroquímico foto-assistido e sono-eletroquímico, para o tratamento de efluentes bem como, a determinação do mecanismo de degradação das espécies orgânicas presentes na composição destes. Para tal são desenvolvidos reatores em diferentes escalas e utilizados diferentes materiais de eletrodo, eletrólitos, pH, temperatura, fluxo de solução, densidade de corrente, etc.

3. Agentes de proteção contra a corrosão metálica: polímeros condutores, camadas auto-montadas e deposição metálica
Atualmente são desenvolvidos estudos sobre a proteção contra a corrosão de alumínio e suas ligas, em particular aquelas utilizadas na indústria aeronáutica, com o emprego de materiais alternativos ao cromo. São eles: cério, polímeros condutores, camadas auto-montadas e a combinação desses materiais, por exemplo, cério + polímero e camada auto-montada + polímero. Além disto, estão sendo analisados os efeitos de diferentes tipos de pinturas sobre aços, pinturas estas realizadas por empresa especializada no ramo. Neste caso, a contribuição vem da verificação do grau de proteção, seguida de sugestões sobre elementos a serem adicionados ao recobrimento.

Técnicas Empregadas

- Técnicas eletroquímicas clássicas, tais como, voltametria cíclica e espectroscopia de impedância eletroquímica;
- Técnicas analíticas, tais como, Cromatografia Líquida de Alta Resolução e Carbono Orgânico Total;
- Espectrocopia de ultra-violeta-visível;
- Espectroscopia de plasmônio superficial.

Grupo

Grupo de Eletroquímica Interfacial - GEqI Página do Grupo

Integrantes